WELLINGTON GOMES DA SILVA

  Local: Cachoeirinha, Guarujá (SP) Resumo do caso: Wellington foi morto com 4 tiros na casa onde residia em Cachoeirinha – Guarujá /SP. Um laudo constatou que o terceiro tiro já teria provocado sua morte. Por isso, ele chegou já sem vida ao hospital, aproximadamente uma hora depois de ser alvejado. Os policiais estavam com […]

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Local: Cachoeirinha, Guarujá (SP)
Resumo do caso:

Wellington foi morto com 4 tiros na casa onde residia em Cachoeirinha – Guarujá /SP. Um laudo constatou que o terceiro tiro já teria provocado sua morte. Por isso, ele chegou já sem vida ao hospital, aproximadamente uma hora depois de ser alvejado. Os policiais estavam com COP’s, mas elas descarregaram cerca de três minutos antes de os agentes encontrarem a vítima.

O laudo no local, onde consta fotografia de cartuchos de arma compatível com a de Wellington, não é contundente em demonstrar disparos feitos por ele, já que os vestígios não estavam onde houve o assassinato. Com base nessas e outras provas, a Promotoria reconstruiu os fatos e apurou que metade dos tiros foram dados depois que a vítima já estava com lesões incapacitantes e que, pela posição das entradas das balas no corpo, quando ele já não poderia oferecer mais resistência.

O último tiro que Wellington recebeu, já provavelmente sem vida, foi no “rosto” – prática que é conhecida como o “confere” e é típica de casos de execução. Mesmo assim, o corpo foi retirado do local, limitando a preservação para a perícia. Os agentes foram denunciados em julho de 2024 e a ação está em curso no TJSP.