JEFFERSON JUNIO RAMOS DIOGO

  Local: Prainha, Guarujá (SP) Resumo do caso: Jefferson foi morto em um terreno habitado, na Prainha – Guarujá/SP, com 4 disparos – incluindo um tiro no rosto. O local não foi preservado para que a perícia fosse realizada. Além disso, a vítima foi retirada da cena para receber socorro, trinta minutos depois de baleada […]

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Local: Prainha, Guarujá (SP)
Resumo do caso:

Jefferson foi morto em um terreno habitado, na Prainha – Guarujá/SP, com 4 disparos – incluindo um tiro no rosto. O local não foi preservado para que a perícia fosse realizada. Além disso, a vítima foi retirada da cena para receber socorro, trinta minutos depois de baleada e, segundo o relatório médico, “com massa cefálica exposta”. Ele já chegou sem vida ao hospital.

As imagens das COPs registraram o momento dos disparos e do encontro do cadáver, quando o MP conseguiu comprovar que os policiais perceberam que Jefferson estava desarmado e inseriram uma pistola na cena. Sua irmã e mãe relataram que ele estava há alguns anos em situação de rua, que o ajudavam financeiramente e que sua situação de dependência de drogas tornaria improvável que ele estivesse envolvido com o tráfico.

Ele já havia sido internado 3 vezes antes pelo uso abusivo e pediu ajuda para sua mãe meses antes de ser morto.

Os agentes foram denunciados em março de 2024 e a ação está em curso no TJSP.